Na última década o setor de saúde, principalmente as grandes e médias instituições hospitalares, investiram maciçamente na implementação de sistemas informatizados que, via de regra, tinham como objetivo principal a gestão administrativa, integrando os processos de admissão e alta dos pacientes, toda a logística de materiais, a realização de exames e procedimentos complementares, culminando sempre com o respectivo faturamento da conta do paciente.
Porém com a crescente disponibilidade tecnológica, surgiu a necessidade de contemplar também a área clínica das instituições através do armazenamento e recuperação dos dados de saúde-doença dos pacientes.
Num mercado extremamente competitivo e dinâmico, chegamos a um cenário onde temos empresas que criaram um excelente sistema para atender as necessidades administrativas de um hospital, e que não tem uma ferramenta competitiva para oferecer aos seus clientes no que tange a Prontuário Eletrônico. O desenvolvimento de tal ferramenta muitas vezes sequer figura entre a estratégia de mercado da empresa ou em outros casos, os prazos e investimentos envolvidos as tornam menos competitivas.
Diante de necessidade de dar uma resposta rápida a uma classe que exerce com certeza grande influência no meio hospitalar, e em diversos casos detém inclusive o poder de decisão, os gestores de TI com freqüência precisam tomar decisões drásticas, como por exemplo, migrar todo um sistema de gestão hospitalar para atender necessidades de informações na área médica.
Pensando nesse mercado a Micromed quando projetou os seus sistemas de Prontuário Eletrônico de Pacientes, contemplou a possibilidade de integrá-los com sistemas administrativos legados, e com a tecnologia empregada para tal, obteve uma ferramenta que pode receber e enviar dados para praticamente todos os ambientes e plataformas de desenvolvimento de sistemas atualmente conhecidas. |